Geografia - Prof. José Gilberto - 1°TA, 2º TA, 3º TA, 2º F e 3º E

Olá, pessoal!

As atividades a seguir são válidas para a segunda semana do 2º bimestre, acesse o material destinado à sua turma e em seguida realize o preenchimento do formulário Google para que sua participação seja contabilizada.

Teremos conteúdos novos todas as quartas-feiras. Qualquer dúvida entrem em contato pelo email: jgilberto@prof.educacao.sp.gov.br

Bons estudos!

Prof. José Gilberto

1º TERMO A 

Conflitos no mundo contemporâneo 

Tema 2 Refletindo sobre os conflitos no mundo atual: Dados recentes mostram que houve redução significativa de confrontos violentos em algumas regiões, como na Europa e no continente americano. Entretanto, não há paz: há intensos conflitos em regiões da África e da Ásia, e muitos deles se dão internamente nos países, em um cotidiano de disputas e conflitos com o uso de armas.

Os dados do mapa acima trazem reflexões sobre a escalada dos conflitos no mundo. Embora em menor número, persistem tensões interestatais (entre países). É o caso, por exemplo, da disputa entre Coreia do Norte e Coreia do Sul, que se prolonga desde os anos 1950: os primeiros, pobres e socialistas, apoiados pela China, ameaçam com armas nucleares a Coreia do Sul, capitalista, aliada do Ocidente. Paquistão e Índia, por sua vez, disputam a Caxemira, região de maioria islâmica ao norte do território indiano. A tensão entre esses dois países é agravada pelo fato de que ambos têm armas nucleares. Há também movimentos separatistas na Chechênia, na Geórgia, em Mianmar e nas Filipinas, envolvendo grupos nacionais em luta pela emancipação e pela criação de países independentes.

Portanto, um rápido exame dos episódios revela que hoje predominam conflitos internos, embora sempre tenham em torno de si alguma participação ou interesse estrangeiro. Esses conflitos podem ter a configuração de violentas guerras civis, como na Líbia e na Síria após 2011, ou rebeliões populares, como no Egito e na Tunísia, que contestavam governos instalados há décadas no poder.

Nos conflitos atuais, cresce a participação dos grupos identificados como terroristas, não ligados oficialmente a nenhum país. Eles mantêm bases de treinamento em diversos territórios e usam meios de comunicação para articular suas ações. São grupos transnacionais, como a Al Qaeda, organizados em redes globais que ultrapassam fronteiras. Sua ação não pode ser analisada da mesma forma que os conflitos do século XX: não são confrontos entre dois ou mais exércitos regulares nacionais. Deve-se assinalar a presença de interesses e formas de intervenção das grandes potências nos conflitos. Os EUA, por exemplo, são uma espécie de “polícia do mundo”: sempre intervêm quando acham que seus interesses econômicos e projetos geopolíticos estão em risco.

As guerras e os conflitos armados são danosos para as sociedades. Muitos morrem com os bombardeios ou vítimas da fome e de doenças. Os confrontos devastam ambientes e destroem cidades, plantações, infraestruturas, atividades econômicas e patrimônios históricos. Muitas vezes, vítimas dos conflitos são obrigadas a se refugiar em outros países, passando a viver em abrigos precários e superlotados.

Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/BGWpqZevszv7WBXu9

2º TERMO A 

Brasil, celeiro agrícola: benefícios, controvérsias e desafios

De forma geral, há no Brasil demanda por melhores condições nos sistemas de armazenamento e transporte da produção agrícola. São novos recordes de safras a cada ano, mas com as mesmas estruturas para armazenagem e transporte (realizado muitas vezes em rodovias precárias e de pista única), o que eleva os custos finais. Assim como no caso da produção industrial, no Brasil também existe um gargalo no escoamento da produção agrícola pelos principais portos, como Santos (SP) e Paranaguá (PR). Nesses portos, ocorrem longas filas de caminhões em rodovias próximas ou restrições ao embarque nos navios.

Para a agricultura, em geral, esperam-se, portanto, melhorias nos sistemas de circulação, em especial a expansão de ferrovias e hidrovias, ideais para o transporte de cargas. Do mesmo modo, anseia-se pelo fornecimento de serviços básicos às comunidades rurais, já que muitas ainda não têm acesso a educação, eletricidade ou abastecimento de água.

Além dos aspectos já mencionados, é importante destacar que a melhoria das condições de vida e trabalho no campo no Brasil passa pela justa e equitativa distribuição de terras. Ademais, os pequenos agricultores precisam ter mais acesso a créditos, à assistência técnica rural e a políticas de preços mínimos para poderem se manter. As mortes, a violência no campo e o regime de trabalho em condições análogas às da escravidão, resquícios de um Brasil colonial e escravista, devem ser punidos com rigor.

Os gráficos a seguir representam a participação da agricultura familiar na produção agropecuária e de alimentos no Brasil.


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3º TERMO A 

Espaços, culturas e identidades culturais 

Veja no texto a seguir a definição da Unesco para a expressão diversidade cultural e perceba a importância desse conceito para o reconhecimento das diferentes identidades.

Diversidade cultural, identidades culturais: desafios 

A diversidade cultural é, antes de mais nada, um fato: existe uma grande variedade de culturas que é possível distinguir rapidamente a partir de observações etnográficas, mesmo se os contornos que delimitam uma determinada cultura se revelem mais difíceis de identificar [...]. A consciência dessa diversidade parece até estar sendo banalizada, graças à globalização dos intercâmbios e à maior receptividade mútua das sociedades. Apesar dessa maior tomada de consciência não garantir de modo algum a preservação da diversidade cultural, contribuiu para que o tema obtivesse maior notoriedade. 

[...] Todas as tradições vivas estão submetidas à contínua reinvenção de si mesmas. A diversidade cultural, tal como a identidade cultural, estriba-se na inovação, na criatividade e na receptividade a novas influências. [...] A questão das identidades – nacionais, culturais, religiosas, étnicas, linguísticas, baseadas no gênero ou em formas de consumo – adquire cada vez mais importância para as pessoas e grupos que encaram a globalização e a mudança cultural como ameaça às suas crenças e modos de vida. [...]

Fonte: UNESCO. Investir na diversidade cultural e no diálogo intercultural: relatório mundial da Unesco, resumo. Brasília, 2011, p. 3–6.

É importante observar que a formação dos Estados nacionais baseou-se no estabelecimento de certa uniformidade cultural. Cada país foi construindo aos poucos a ideia de identidade e de pertencimento nacional, algo a ser compartilhado pelas respectivas sociedades. Mas, quase sempre, tais processos foram marcados por violentos embates e por resistências de diferentes povos, culturas e identidades. Em muitos casos, o grupo dominante ou vencedor terminou por impor aos demais grupos e culturas sua língua, seus valores, seus limites territoriais. Portanto, cada país possui muitas diferenças culturais internas. 

Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/wsEqTNRS4w8Wnxmp7

2º F

Os circuitos da produção: O espaço industrial

Primeiramente, faça a leitura do texto da página 61 na apostila "SP Faz Escola", após a leitura do texto analise o gráfico da página 62. 

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3º E

Choque de civilizações

Primeiramente, faça a leitura do texto "A teoria do choque de civilizações" das páginas 57 e 58 na apostila "SP Faz Escola", após a leitura do texto analise a imagem da página 58.

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