Geografia - Prof. José Gilberto - 1°TA, 2º TA, 3º TA, 2º F e 3º E
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As atividades a seguir são válidas para o 2º bimestre, acesse o material destinado à sua turma e em seguida realize o preenchimento do formulário Google para que sua participação seja contabilizada.
Teremos conteúdos novos todas as quartas-feiras. Qualquer dúvida entrem em contato pelo email: jgilberto@prof.educacao.sp.gov.br
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Prof. José Gilberto
1º Termo A
Conflitos no mundo contemporâneo
Hoje, no quadro das relações internacionais, cabe a cada país tomar suas decisões de forma soberana. Mas é preciso reconhecer que há países mais poderosos e países menos poderosos, tanto em termos econômicos como políticos e militares.
TEMA 1 O mapa-múndi político atual: O mapa-múndi político traz a divisão entre os países, cada qual com seu nome oficial e suas fronteiras. Ao longo do tempo, países foram criados e outros desapareceram. Muitos desses percursos foram marcados por violentos confrontos.
O mapa abaixo mostra a divisão política do mundo, ou seja, o mundo dividido segundo a extensão dos territórios e as fronteiras de Estados nacionais. Os territórios diferem bastante quanto à extensão territorial: a Rússia tem 17 milhões de km2 (quase o dobro do tamanho do Brasil, que também é muito extenso), e Andorra tem apenas 468 km2 (menos de 1⁄3 da área do município de São Paulo).
A Organização das Nações Unidas (ONU) tem, atualmente, 193 países-membros. Não entram na lista o Vaticano (sede da Igreja Católica), Taiwan (considerado uma província rebelde pela China) e os Territórios Palestinos (que desde 2012 possuem status de observadores). Existem ainda muitos territórios coloniais, que não são independentes: Guiana Francesa, Groenlândia, algumas ilhas da Oceania e da América Central, entre outros.
O Estado nacional é formado por um Estado, uma ou mais nações, um território e um governo. O Estado refere-se à organização do poder político da sociedade nacional. Ele é regido por leis e possui instituições permanentes, como o Poder Executivo e o Poder Legislativo.
Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/CkMJZST97D1iwzUK9
2º Termo A
O espaço agropecuário brasileiro
O Brasil é líder na venda de diversos produtos, como açúcar, feijão, café e laranja. Destaca-se também na produção de soja e carne bovina.
Os resultados atuais estão associados ao intenso processo de modernização do campo no país. Os maiores beneficiados com o uso das tecnologias na produção são os grandes produtores. Dos pequenos agricultores muitos enfrentam dificuldades para escoar a produção ou para conseguir financiamentos. Com isso são obrigados a vender suas propriedades ou a se tornar assalariados rurais ou urbanos, reforçando ainda mais a concentração fundiária.
O avanço dos cultivos também vem causando impactos em biomas importantes, além disso, são frequentes os conflitos de terra no País, vitimando pequenos agricultores, indígenas ou quilombolas. A violência e o trabalho escravo também são recorrentes no cenário agrícola brasileiro.
Mesmo em um quadro de extrema desigualdade social, a agricultura familiar é a que mais produz alimentos no país.
Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/yDJ68UnupR3nXfAY8
3º Termo A
Cultura e espaço geográfico
A palavra cultura vem do latim colere, que quer dizer “cultivar”. Ao longo do tempo, ela foi adquirindo o significado de obra humana.
Segundo Roberto DaMatta, cultura é a “maneira de viver total de um grupo, sociedade, país ou pessoa”, portanto, todas as culturas devem ser analisadas em “pé de igualdade” com as demais.
Atualmente, cada vez mais as chamadas paisagens culturais são reconhecidas em valor e importância para o povo que as gerou e para a humanidade.
As culturas têm, em regra, um povo e um espaço de origem, mas não são estáticas. Elas mudam constantemente, por meio de inúmeras trocas e contatos entre diferentes povos.
Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/cevHiT4YMCWxqEKA6
2º F
A industrialização brasileira: percursos e perspectivas
Nos primeiros anos do século XX, com a crise econômica de 1929 e o declínio nas vendas do café, principal produto nacional, os capitais disponíveis passaram a ser aplicados na atividade industrial, sobretudo nas fábricas tradicionais.
O primeiro grande salto na indústria nacional ocorreu durante a Era Vargas (1930-1945).
De 1956 a 1960, o governo Juscelino Kubitschek acelerou a transformação econômica e social no País. Com o Plano de Metas, cujo lema era “50 anos em 5”, baseado em seu modelo desenvolvimentista, Kubitschek substituiu a importação de mercadorias pela produção industrial interna.
A nova capital, Brasília, foi construída, assim como extensas rodovias, ampliando a integração físico-territorial e a articulação do mercado nacional. Iniciou-se a transição de um país agrário e rural para um país urbano-industrial. O otimismo daquele período, entretanto, não se traduziu em benefícios sociais. Houve crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), mas não a distribuição de riquezas, reforçando desigualdades sociais e desequilíbrios regionais no País.
A partir de 1964, após o golpe que derrubou o presidente João Goulart, iniciou-se a ditadura militar no Brasil (1964-1985). No campo econômico, os militares mantiveram a substituição de importações, com empréstimos internacionais (elevando a dívida externa do País) e o estímulo à produção em setores como siderurgia e aeronáutica, e investiram na construção de infraestrutura (tais como estradas e aeroportos) e em energia nuclear.
Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/spctXqVhwAQxpsmH8
3º E
Choque de civilizações?
"A teoria elaborada pelo cientista político Samuel P. Huntington e denominada Choque de Civilizações postula que as identidades culturais e religiosas dos povos serão as principais fontes de conflito no mundo pós-Guerra Fria.
Para Huntington os conflitos de grandes proporções não ocorrerão entre as classes sociais e sim entre os povos pertencentes a diferentes entidades culturais e religiosas.
A estarrecedora expansão das ações terroristas do Estado Islâmico para além do Oriente Médio neste ano, como foram a explosão do avião comercial russo em 31 de outubro e os simultâneos ataques ocorridos em Paris em 13 de novembro, faz ressurgir o pavor do mundo ocidental com o fantasma do radicalismo islâmico e atualiza as advertências de Huntington sobre o Choque de Civilizações.
Na teoria formulada por Huntington, havia o risco iminente de uma colisão entre as nove civilizações, classificadas como Ocidental, Islâmica, Confuciana,Budista, Africana, Eslavo-Ortodoxa,Xintoísta-Nipônica, Hindu e Latino-Americana. O conflito entre estas culturas tão distintas seria inexorável em razão das profundas diferenças entre as civilizações, especialmente quanto aos valores e princípios de cada uma destas sociedades. Huntington, no entanto, enfatiza o abismo cultural entre a civilização Ocidental e a Islâmica, contexto no qual se insere o califado proposto pelo Estado Islâmico. [...]"
Fonte: Daniel Almeida de Macedo, Gazeta Digital. Acesso em: 10/06/2020.
A ideia de "choque de civilizações" é, muitas vezes mal utilizada, pois desconsidera os fatores geopolíticos, históricos, as disputas econômicas etc. O autor propôs o paradigma civilizacional como modelo, assumindo que são as vária identidades culturais do mundo que modelam as coesões, as desintegrações e os conflitos em uma Noca Ordem Mundial pós-Guerra Fria, em que os Estados se aliam, ou não, em função dos sentimentos de pertencimento civilizacional.
Alguns autores, como Edward Said, Noam Chomsky e John Esposito, não concordam com a tese de Huntington, pois vinculam os conflitos à imposição de um modelo geopolítico e econômico controlado pelos países ricos e suas corporações (disputa por recursos vitais, por exemplo, como o petróleo). Além de afirmarem que o termo desconsidera as mudanças a que estão expostas as diferentes culturas diante dos fluxos de informação e de pessoas no contexto da globalização.
Clique no link para fazer a atividade: https://forms.gle/DJ5w4k3HaFAMdXsZ8







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