Geografia - Prof. José Gilberto - 1°TA, 2º TA, 3º TA, 2º F e 3º E
Olá, pessoal!
As atividades a seguir são válidas para a quinta semana do 2º bimestre, acesse o material destinado à sua turma e em seguida realize o preenchimento do formulário Google para que sua participação seja contabilizada.
Teremos conteúdos novos todas as quartas-feiras. Qualquer dúvida entrem em contato pelo email: jgilberto@prof.educacao.sp.gov.br
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Prof. José Gilberto
1º TERMO A
Aquecimento global e as mudanças climáticas
O tema do aquecimento global e das mudanças climáticas é repleto de polêmicas e incertezas. O aquecimento global seria uma elevação da temperatura média no planeta em função da retenção do calor na atmosfera pela ação dos gases estufa, como o gás carbônico, o gás metano, a amônia, o vapor-d’água e outros. Parte das emissões desses gases decorre do uso de combustíveis fósseis, como o petróleo e o carvão mineral, e da proliferação de queimadas em diversos biomas. As mudanças climáticas, por sua vez, seriam alterações nas condições e nos fatores que definem os climas da Terra.
A literatura científica fala em diversos tipos e efeitos de alterações ou mudanças climáticas, sejam elas de curta ou de longa duração. Com base em dados e simulações do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, em português), pesquisadores assinalam que houve variações climáticas naturais ao longo da história do planeta. Essas informações revelam a sucessão de ciclos glaciais (mais frios) e interglaciais (mais quentes) nos últimos 400 mil anos. No pico interglacial (ou seja, entre períodos glaciais), no qual a humanidade se encontra agora, a temperatura está em torno de 5 ºC a 6 ºC mais alta em relação ao pico da última glaciação, há aproximadamente 20 mil anos.
Há intenso debate em torno das causas do aquecimento global. Muitos pesquisadores defendem que ele resulta da ação humana, em especial como decorrência do aumento na concentração de gases emitidos na atmosfera pelo uso de combustíveis fósseis e pelas queimadas. Parte da energia liberada estaria indo, em boa medida, para os oceanos. Ainda que discreta, estaria havendo elevação do nível dos mares, colocando regiões litorâneas em risco.
Cientistas e outros pesquisadores apontam que, diante de incertezas sobre os efeitos das ações humanas, o mais recomendável seria mudar aquelas que emitem grandes quantidades de gases estufa, em especial o gás carbônico.
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2º TERMO A
A formação e a evolução da rede urbana brasileira
O processo de industrialização no país ocorreu em meio a uma concentração urbana acelerada, desordenada e com a transferência de unidades industriais poluidoras dos países desenvolvidos para os países subdesenvolvidos, atraídas por leis ambientais flexíveis e incentivos governamentais.
As metrópoles expandiram-se e conurbaram com as cidades próximas, possuindo alto grau de integração entre si na economia, política, cultura e nos transportes, com demandas de serviços e atividades que não podem ser resolvidas pelos esforços individuais dos municípios. Os problemas deixavam de ser locais, assumindo uma dimensão metropolitana, com isso, surgiu a necessidade dos governos estaduais de criarem as regiões metropolitanas para fins de planejamento urbano regional.
Atualmente, tornou-se um grande desafio dos governos garantir a qualidade ambiental das cidades para melhoria das condições de vida da população. Isso envolve manter e ampliar as áreas verdes, dispor regularmente o lixo, exigir a coleta e tratamento do esgoto, e denunciar os crimes ambientais. São ações que devem ser desempenhadas pela sociedade civil, além de reivindicar da gestão pública planos de governos envolvidos nas questões ambientais.
É comum ocorrerem iniciativas de urbanização em áreas centrais que valorizam os imóveis, embora esses esforços não sigam na mesma proporção nos bairros periféricos, ausentes de saneamento básico, moradias regularizadas e serviços públicos essenciais.
É a classificação das cidades com base no nível de influência econômica, política e serviços que exercem sobre as demais. A rede urbana é um sistema de cidade interligadas por redes de transportes, saneamento e comunicações que viabilizam os fluxos de pessoas, mercadorias, informações e capitais.
A hierarquia urbana pode ser categorizada da seguinte forma:
• Metrópole – são cidades sede de uma região metropolitana formada por um aglomerado de cidades, constituindo uma única malha urbana, integrando serviços e infraestruturas urbanas, como exemplo, Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires etc.;
• Cidades globais – são cidades que possuem influências globais como: sede de grandes empresas multinacionais, presença de bolsa de valores, serviços urbanos sofisticados, centros de pesquisa de alta tecnologia etc. (Ex. São Paulo, Londres, Tóquio etc.);
• Megalópoles – região formada por diversas regiões metropolitanas localizadas próximas entre si; são chamadas de megalópole, ou seja, a conurbação de duas ou mais metrópoles, com forte integração econômica e intenso fluxo de pessoas e mercadorias.
FONTE: Caderno do Aluno SP FAZ ESCOLA. Páginas: 69-71.
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3º TERMO A
América Latina
Os países da América Latina têm em comum o passado colonial e os idiomas originados do latim. O continente americano fica então dividido em América Anglo-saxônica (Estados Unidos e Canadá) e América Latina, que recebe esse nome porque é composta por países que têm como língua oficial idiomas que derivam do latim, como português, espanhol e francês. Por essa razão, o México também está incluído nessa divisão.Fonte: RIBEIRO, Amarolina. "América Latina"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/america-latina.htm. Acesso em 06 de julho de 2020.
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| Mapa da América Latina. Fonte: Wikipédia. |
A América Latina tem cerca de 45 milhões indígenas, segundo o relatório “Povos Indígenas na América
Latina” das Nações Unidas.
Segundo dados da Cepal, o número de 45 milhões de indígenas em 2010 representa um aumento de 49,3% em dez anos. Em relatório de 2007, o órgão divulgou o total de 30 milhões de indígenas no ano de 2000, na América Latina. Segundo dados do documento, dos 45 milhões de indígenas, 17 milhões vivem no México, e 7 milhões, no Peru. Entretanto, os países com maior proporção de população indígena são Bolívia (62,2%), Guatemala (41%), Peru (24 %) e México (15,1%).
O Brasil registra aproximadamente 900 mil indígenas, tendo em torno de 305 comunidades, seguido pela Colômbia, Peru, México e Bolívia. De acordo com o relatório, muitas estão em perigo de desaparecimento físico ou cultural.
Fonte: Texto adaptado especialmente para o São Paulo Faz Escola. Fonte: Agência Brasil. Relatório da ONU aponta aumento no número de indígenas na América Latina. Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2014-09/relatorio-da-onu-aponta-aumenta-do-numero-deindigenas-na-america>. Acesso em: 24 abr. 2019.
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2º F
A formação e a evolução da rede urbana brasileira
O processo de industrialização no país ocorreu em meio a uma concentração urbana acelerada, desordenada e com a transferência de unidades industriais poluidoras dos países desenvolvidos para os países subdesenvolvidos, atraídas por leis ambientais flexíveis e incentivos governamentais.
As metrópoles expandiram-se e conurbaram com as cidades próximas, possuindo alto grau de integração entre si na economia, política, cultura e nos transportes, com demandas de serviços e atividades que não podem ser resolvidas pelos esforços individuais dos municípios. Os problemas deixavam de ser locais, assumindo uma dimensão metropolitana, com isso, surgiu a necessidade dos governos estaduais de criarem as regiões metropolitanas para fins de planejamento urbano regional.
Atualmente, tornou-se um grande desafio dos governos garantir a qualidade ambiental das cidades para melhoria das condições de vida da população. Isso envolve manter e ampliar as áreas verdes, dispor regularmente o lixo, exigir a coleta e tratamento do esgoto, e denunciar os crimes ambientais. São ações que devem ser desempenhadas pela sociedade civil, além de reivindicar da gestão pública planos de governos envolvidos nas questões ambientais.
É comum ocorrerem iniciativas de urbanização em áreas centrais que valorizam os imóveis, embora esses esforços não sigam na mesma proporção nos bairros periféricos, ausentes de saneamento básico, moradias regularizadas e serviços públicos essenciais.
É a classificação das cidades com base no nível de influência econômica, política e serviços que exercem sobre as demais. A rede urbana é um sistema de cidade interligadas por redes de transportes, saneamento e comunicações que viabilizam os fluxos de pessoas, mercadorias, informações e capitais.
A hierarquia urbana pode ser categorizada da seguinte forma:
• Metrópole – são cidades sede de uma região metropolitana formada por um aglomerado de cidades, constituindo uma única malha urbana, integrando serviços e infraestruturas urbanas, como exemplo, Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires etc.;
• Cidades globais – são cidades que possuem influências globais como: sede de grandes empresas multinacionais, presença de bolsa de valores, serviços urbanos sofisticados, centros de pesquisa de alta tecnologia etc. (Ex. São Paulo, Londres, Tóquio etc.);
• Megalópoles – região formada por diversas regiões metropolitanas localizadas próximas entre si; são chamadas de megalópole, ou seja, a conurbação de duas ou mais metrópoles, com forte integração econômica e intenso fluxo de pessoas e mercadorias.
FONTE: Caderno do Aluno SP FAZ ESCOLA. Páginas: 69-71.
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3º E
América Latina
Os países da América Latina têm em comum o passado colonial e os idiomas originados do latim. O continente americano fica então dividido em América Anglo-saxônica (Estados Unidos e Canadá) e América Latina, que recebe esse nome porque é composta por países que têm como língua oficial idiomas que derivam do latim, como português, espanhol e francês. Por essa razão, o México também está incluído nessa divisão.Fonte: RIBEIRO, Amarolina. "América Latina"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/america-latina.htm. Acesso em 06 de julho de 2020.
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| Mapa da América Latina. Fonte: Wikipédia. |
A América Latina tem cerca de 45 milhões indígenas, segundo o relatório “Povos Indígenas na América
Latina” das Nações Unidas.
Segundo dados da Cepal, o número de 45 milhões de indígenas em 2010 representa um aumento de 49,3% em dez anos. Em relatório de 2007, o órgão divulgou o total de 30 milhões de indígenas no ano de 2000, na América Latina. Segundo dados do documento, dos 45 milhões de indígenas, 17 milhões vivem no México, e 7 milhões, no Peru. Entretanto, os países com maior proporção de população indígena são Bolívia (62,2%), Guatemala (41%), Peru (24 %) e México (15,1%).
O Brasil registra aproximadamente 900 mil indígenas, tendo em torno de 305 comunidades, seguido pela Colômbia, Peru, México e Bolívia. De acordo com o relatório, muitas estão em perigo de desaparecimento físico ou cultural.
Fonte: Texto adaptado especialmente para o São Paulo Faz Escola. Fonte: Agência Brasil. Relatório da ONU aponta aumento no número de indígenas na América Latina. Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2014-09/relatorio-da-onu-aponta-aumenta-do-numero-deindigenas-na-america>. Acesso em: 24 abr. 2019.
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