Geografia - Prof. José Gilberto - 2º TA e 3º TA
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Prof. José Gilberto
2º TERMO A
Migrações no Brasil
Registros mostram que a população brasileira sempre foi muito móvel. No século XX, em especial na segunda metade, as más condições de vida no campo e o avanço da industrialização e da urbanização provocaram fortes fluxos migratórios. De forma geral, a partir dos anos 1950 e 1960, eram movimentos de longa distância e entre regiões, sobretudo do Nordeste para grandes cidades do Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro. Houve também fluxos de sulistas para as áreas de fronteiras agrícolas no Centro-Oeste e no sul da Amazônia (veja infográficos a seguir).
A partir de 1990, mudaram a natureza, a direção e a intensidade dos fluxos.
Eles passaram a ser de curta distância e entre Estados da mesma região. Chamaram a atenção também as migrações de retorno, como o caso de migrantes nordestinos que voltam para sua região de origem. Existem ainda fluxos sazonais, que acontecem quando alguém trabalha parte do ano em uma cidade e a outra metade do ano no lugar de origem, como ocorre na colheita de cana-de-açúcar e na construção civil.
Nos séculos XIX e XX, o Brasil recebeu milhões de imigrantes, como italianos, espanhóis e japoneses. Nos anos 1980 e 1990, vieram chineses, coreanos e grupos originários de países africanos de língua portuguesa, como Angola e Moçambique. Nas décadas seguintes, chegaram imigrantes de países vizinhos, em especial da Bolívia.
Nas últimas décadas do século XX, em um quadro de crise econômica e dificuldades para conseguir empregos, o movimento se inverteu: brasileiros emigraram em busca de novas oportunidades. Os principais destinos foram Estados Unidos, Paraguai, Japão, Reino Unido e Portugal. Os emigrantes se originam principalmente dos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.
A formação e a evolução da rede urbana brasileira
O processo de industrialização no país ocorreu em meio a uma concentração urbana acelerada, desordenada e com a transferência de unidades industriais poluidoras dos países desenvolvidos para os países subdesenvolvidos, atraídas por leis ambientais flexíveis e incentivos governamentais.
As metrópoles expandiram-se e conurbaram com as cidades próximas, possuindo alto grau de integração entre si na economia, política, cultura e nos transportes, com demandas de serviços e atividades que não podem ser resolvidas pelos esforços individuais dos municípios. Os problemas deixavam de ser locais, assumindo uma dimensão metropolitana, com isso, surgiu a necessidade dos governos estaduais de criarem as regiões metropolitanas para fins de planejamento urbano regional.
Atualmente, tornou-se um grande desafio dos governos garantir a qualidade ambiental das cidades para melhoria das condições de vida da população. Isso envolve manter e ampliar as áreas verdes, dispor regularmente o lixo, exigir a coleta e tratamento do esgoto, e denunciar os crimes ambientais.
A hierarquia urbana pode ser categorizada da seguinte forma:
• Metrópole – são cidades sede de uma região metropolitana formada por um aglomerado de cidades, constituindo uma única malha urbana, integrando serviços e infraestruturas urbanas, como exemplo, Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires etc.;
• Cidades globais – são cidades que possuem influências globais como: sede de grandes empresas multinacionais, presença de bolsa de valores, serviços urbanos sofisticados, centros de pesquisa de alta tecnologia etc. (Ex. São Paulo, Londres, Tóquio etc.);
• Megalópoles – região formada por diversas regiões metropolitanas localizadas próximas entre si; são chamadas de megalópole, ou seja, a conurbação de duas ou mais metrópoles, com forte integração econômica e intenso fluxo de pessoas e mercadorias.
FONTE: Caderno do Aluno SP FAZ ESCOLA. Páginas: 69-71.
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3º TERMO A
A questão étnico-cultural
O conflito étnico é um termo utilizado pela sociologia para explicar qualquer conflito de origem violenta, militar ou bélica, entre dois ou mais grupos.
Normalmente, os conflitos estão ligados a questões religiosas, territoriais, políticas, culturais e étnicas e aos embates motivados por características diferenciadas e pela falta de tolerância, resultando, muitas vezes, em genocídios.
América Latina
Os países da América Latina têm em comum o passado colonial e os idiomas originados do latim. O continente americano fica então dividido em América Anglo-saxônica (Estados Unidos e Canadá) e América Latina, que recebe esse nome porque é composta por países que têm como língua oficial idiomas que derivam do latim, como português, espanhol e francês. Por essa razão, o México também está incluído nessa divisão.
Fonte: RIBEIRO, Amarolina. "América Latina"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/america-latina.htm. Acesso em 06 de julho de 2020.
Mapa da América Latina. Fonte: Wikipédia.
A América Latina tem cerca de 45 milhões indígenas, segundo o relatório “Povos Indígenas na América Latina” das Nações Unidas.
Segundo dados da Cepal, o número de 45 milhões de indígenas em 2010 representa um aumento de 49,3% em dez anos. Em relatório de 2007, o órgão divulgou o total de 30 milhões de indígenas no ano de 2000, na América Latina. Segundo dados do documento, dos 45 milhões de indígenas, 17 milhões vivem no México, e 7 milhões, no Peru. Entretanto, os países com maior proporção de população indígena são Bolívia (62,2%), Guatemala (41%), Peru (24 %) e México (15,1%).
O Brasil registra aproximadamente 900 mil indígenas, tendo em torno de 305 comunidades, seguido pela Colômbia, Peru, México e Bolívia. De acordo com o relatório, muitas estão em perigo de desaparecimento físico ou cultural.
Fonte: Texto adaptado especialmente para o São Paulo Faz Escola. Fonte: Agência Brasil. Relatório da ONU aponta aumento no número de indígenas na América Latina. Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2014-09/relatorio-da-onu-aponta-aumenta-do-numero-deindigenas-na-america>. Acesso em: 24 abr. 2019.
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